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Show – Tributo ao Prince

No show do dia 22/04 que ocorreu em Santa Barbara – LA, a banda fez um tributo ao músico Prince que faleceu exatamente no mesmo dia com 57 anos.

A banda projetou uma imagem do cantor juntamente com uma musica antes de se iniciar o show.

(c)

Show – Festival Coachella (24/04)

Ontem aconteceu a segunda semana de shows do festival Coachella e os meninos, é claro, repetiram a dose do final de semana anterior tocando no Main Stage. Confira a setlist e fotos do festival:

SETLIST:

  • Love Me;
  • UGH!;
  • Heart Out ;
  • A Change of Heart;
  • Somebody Else;
  • Robbers;
  • Girls;
  • If I Believe You;
  • Chocolate;
  • The Sound;
  • Sex.

FOTOS:

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2016 Coachella Valley Music And Arts Festival - Weekend 2 - Day 3coach11coach12coach2coach5coach19coach20coach212016 Coachella Valley Music And Arts Festival - Weekend 2 - Day 3

(Todos os direitos e créditos reservados a: (c) Kevin Winter; (c) John Valenzuela e (c) BrooklynVegan.)

 

 

The 1975 no Brasil! [ATUALIZADO – MARÇO 2017]

[ATUALIZAÇÃO: O SHOW FOI ADIADO PARA MARÇO DE 2017, MAIS INFORMAÇÕES ACESSE: http://the1975.com.br/the1975nobrasil/

 

 

Nossa banda favorita confirmou seu primeiro show no Brasil, muitos vieram nos perguntar informações e para não ficar cansativo, resolvemos fazer um post reunindo tudo o que foi divulgado até o momento, qualquer informação adicional, esse post será atualizado!

Faixa etária:

  • Só entrará no evento aqueles que forem maiores de 18 anos, com exceção daqueles que tiverem entre 15 e 17 anos e forem acompanhados dos responsáveis legais com autorização registrada em cartório.

Posso levar alguém sem parentesco como acompanhante? 

  • Pode, contanto que seus pais registrem essa pessoa em cartório como sua acompanhante legal e preencham e registrem uma autorização para você entrar no show.
  • Tem que estar tudo registrado no cartório.
  • Seu acompanhante legal precisa obrigatoriamente ter +18.

Tenho 17 anos, posso ir sozinho com autorização? 

  • Não.

Tenho 14 anos, posso ir com autorização e responsável? 

  • Não.

Data: 23 de setembro de 2016

Horário: 23h
// Horário sujeito a mudança sem aviso prévio

Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 694, Água Branca

Cidade: São Paulo – SP

Local: Audio Club

Ingressos à venda: 

  • Com taxa de conveniência:  t4f (Site oficial) e Pontos de venda físicos
  • Sem taxa de conveniência: Citibank Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP) Horário de funcionamento: Segunda-feira – fechada. De terça a sábado – das 12h às 20h. Domingo e feriado – das 13h às 20h.
  • No dia do show: Bilheteria da Audio Club. 

Como funciona a meia entrada? De acordo com a t4f, para meia-entrada é obrigatória apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) e na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

Ou seja, você vai ter que apresentar sua carteirinha na porta do evento caso tenha comprado o ingresso pela internet.

Se for comprar em pontos de venda físicos a apresentação é obrigatória no ato da compra.

Vai ter Meet&Greet?

Os meninos não costumam fazer, então provavelmente, se tiver, será por alguma promoção.

Preços: 

  • PISTA LOTE 1: R$ 90 (meia) R$ 180 (inteira)
  • PISTA LOTE 2: R$ 110 (meia) R$ 220 (inteira)
  • PISTA LOTE 3:: R$ 125 (meia) R$ 250 (inteira)
  • MEZANINO: R$ 140 (meia) R$ 280 (inteira)

Modo de pagamento: Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners Club; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.

Aqui você confere o mapa do local:

 

 

Compre: Novo álbum!

Como vocês sabem, esse ano (26 de fevereiro de 2016), foi lançado o novo álbum da banda, intitulado “I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It”

Muitos já ouviram as 17 músicas no iTunes e no Spotify, graças a versão digital comercializada, entretanto o CD físico não estava disponível nacionalmente.

Após a data de lançamento, as vendas eram apenas internacionais, até que a espera acabou, o disco finalmente chegou ao Brasil em sua cópia física!

A loja Regards está realizando a venda em seu site, por isso corra e compre já o seu!

Para garantir o seu CD, com os singles Love Me“, UGH e The Sound” é simples, clique aqui e realize a compra.

Entrevista do Matty para NME

Matty Healy da The 1975 diz que quer que sua banda seja a maior possível, afirmando que “o mundo precisa” de seu novo álbum.
The 1975 lançará (já lançou) o “I Like It When You Sleep For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It” no dia 26 de fevereiro. O álbum inclui os singles “Love Me” e “The Sound”.
Em entrevista à NME, Healy diz que a falta de ambição é algo estranho para ele e atinge bandas que ele acredita não ter bom senso para atingir grandes audiências.
“Se você não quer que sua arte atinja pessoas, isso te nega como um artista”, ele diz.
“Eu odeio essa baboseira de bandas indies, de agir como se você não ligasse, assim não é julgado por ser um bosta. Isso é indie hoje em dia. Esse senso de ‘nos não ligamos’. Bem, não se  importe então. Vá se foder e faça outra coisa.”
Healy admite que a natureza ambiciosa do novo álbum da banda pode ser uma pedra no caminho mas ele não podia fazer o álbum de outra maneira. “Eu estou desafiando as pessoas a sentarem durante uma hora e quinze minutos e 17 músicas que soam completamente diferentes uma da outra” ele admite, “é um investimento emocional. É arte. É o que eu quero fazer. O mundo precisa desse álbum.”

Fonte: NME

Tradução: Alissa
Revisão: Anny Caroline

Review: Saiba como foi primeiro show da banda em uma arena!

A The 1975 realizou esse ano (2016) seu primeiro show em uma arena, o que significa um grande passo na carreira dos meninos, por isso resolvemos traduzir a matéria da Redbrick, onde Giulia Bardelli que estava presente no show conta como foi essa experiência:

Giullia Bardelli nos conta se o primeiro show da The 1975 em uma arena foi um acerto ou um erro.

“O diretor criativo e designer de set do The 1975 é um gênio absoluto, sem dúvidas. Com uma completa reinvenção de sua “estética” e som durante o ano passado, o quarteto voltou ostentando uma paleta mais colorida do que nunca. Apesar do que dizem certas reviews sobre o segundo álbum da banda, ‘I like it when you sleep, for you are so beatiful yet so unaware of it’, certamente existem algumas faixas feitas para serem tocadas em grandes arenas, houve muita antecipação em torno do show deles em Birmingham.

Na tarde do dia 22 de março, Matty Healy, George Daniel, Ross MacDonald, Adam Hann e John Waugh – o saxofonista da banda – subiram no seu maior palco até agora, que também foi seu primeiro show numa arena: a Barclaycard Arena, em Birmingham. Não é uma má maneira de terminar sua tão aguardada turnê britânica. As luzes foram reduzidas, o “ruído branco” aumentou e os desenhos no palco explodiram em um rosa forte. Instantaneamente, o riff de guitarra de seu single ‘Love Me’ começa a tocar e a multidão vai à loucura. Essa faixa é tão diferente se comparada com qualquer coisa de seu álbum de estreia, mas certamente é melhor ao vivo do que na versão de estúdio. Ao contrário do que outros acreditam, o som deles relembram a popular banda dos anos 80 Duran Duran. Enérgico e vibrante, a performance foi grandiosa e diferente de qualquer um dos seus shows menores de 2014.

A segunda faixa ‘UGH!’, que foi o segundo single que eles lançaram, não mostrou a mesma vibe. Na verdade, é uma pena que não foi tão memorável e que não é a faixa pop feita para uma arena que a banda esperava que fosse. Essa pode muito bem ter sido a música mais fraca do setlist e é definitivamente uma que é melhor ser escutada no fone de ouvido, a fim de apreciar o forte vocal de Matty Healy acompanhado do riff de guitarra.

O velho material deles provou que é mais bem-sucedido em um local que aguenta 16.000 pessoas. ‘Heart Out’ foi a terceira música e levou a plateia de volta aos dias em que o The 1975 contrastavam com o preto e branco. O solo de guitarra mais leve, se comparado com o de Love Me, fizeram com que o saxofone se destacasse. O solo de saxofone de John Waugh foi esplêndido como sempre e todos os olhares estavam nele enquanto Healy gingava pelo palco. Nessa faixa, o saxofone ao vivo sem dúvidas tem um efeito mais cativante do quando se escuta no CD. Apesar das músicas mais lentas, Healy encarna o visual de rockstar e usa isso no seu potencial máximo quando está no palco, dançando despreocupadamente com uma taça de vinho vermelho na mão, se agitando de lá pra cá. Não há dúvidas de que é um vocalista reconhecível e é admirado por uma horda de garotas adolescentes. Entretanto, seu charme no palco faz com que sua comunicação pareça forçada a fim de animar a plateia, o que não precisa ser feito quando a banda já tem tamanha presença de palco.”

“O som eletrônico é uma característica que certamente diferencia o The 1975 de qualquer outra banda…”.

She’s American’ se assemelha com seu velho hit ‘Settle Down’. Um pequeno desenvolvimento de solo de bateria e riff de guitarra são tocados durante toda a faixa. As letras estáticas no começo, ‘A big town, synthetic apparitions of not being lonely’ (‘Uma cidade grande, aparências sintéticas de não ser solitária’), é o que mostra que a The 1975, apesar de ter se distanciado de seu estilo inicial, ainda volta a ele em algumas faixas, a fim de ter um contínuo tema de músicas pop – um tema muito contestado no meio da própria banda. As faixas do antigo EP, como ‘fallingforyou’, ‘Me’ e ‘Anobrain’, foram uma boa pausa entre as músicas mais vibrantes e empoderadoras. Apesar de nunca ter sido tocada ao vivo, a plateia acompanhou a letra de ‘Anobrain’. ‘Anobrain’ foi o “cavalo preto” no setlist, com um instrumental sombrio acompanhado pela letra obscura de Healy, cativando todo o público.

Um dos meus favoritos foi ‘Loving Someone’ e eu ainda continuo confusa no por que dessa música não ter sido escolhida como single original para conduzir o lançamento do segundo álbum. A resposta da plateia foi bem melhor do que em faixas como ‘Paris’, ‘UGH!’ e ‘She’s American’. O som eletrônico é uma característica que certamente diferencia a The 1975 de qualquer outra banda, também usado em ‘Menswear’ para deixar toda a arena em silêncio e inquieta durante os dois minutos de instrumental.

Apesar de essa turnê promover faixas do novo álbum, The 1975 providenciou uma abundância de músicas antigas que agitaram a arena, possivelmente mais do que seu novo material. ‘Chocolate’, ‘The Sound’ e ‘Sex’ foram as melhores músicas para a banda encerrar já que animaram toda a arena e a parte gráfica foi espetacular. Pessoalmente, o novo álbum deles é um dos que é mais fácil de apreciar com seus fones de ouvido em casa do que em uma grande arena. Dito isso, o design das luzes e do set do show parecem ser a principal razão para comparecer nos shows.

Fonte: Redbrick

Giulia: Twitter