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The 1975 entra na lista de shows imperdíveis da Rolling Stone

A Rolling Stone recentemente fez uma matéria relacionada ao Coachella, na lista foram citados 25 shows que você não poderia perder no festival! Os meninos tocaram lá no último domingo (17/04), antes deles subirem ao palco, a matéria foi divulgada, confira:

25 apresentações que você precisa ver

Os espetaculares shows desse grupo de garotos britânicos foram feitos para um festival. Músicas como a provocante “Love Me” e a divertidamente irônica “UGH!” são simultaneamente cheia de sílabas (complicadinhas) e propensas a virarem hinos; e a hiperativa e fantástica presença de palco do vocalista Matty Healy traz à memória Michael Hutchence e Freddy Mercury. A fã base americana deles ainda permanece incrivelmente devota, porém relativamente pequena; tocar para plateias menores do Coachella deve dar a eles uma entrada para o mundo pop que o seu segundo álbum, ‘I Like It When You Sleep for You Are So Beautiful, Yet So Unaware of It’, está claramente preparado para dominar.

Fonte: Rolling Stone

Tradução: Alissa

Matty fala com a NME sobre o novo álbum e o Pop Up Shop em Londres

Antes do lançamento do álbum ‘I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It’, os meninos resolveram organizar um Pop Up Shop, evento onde os fãs tem acesso a produtos exclusivos do Merch e tem a oportunidade de conhecer, conversar e tirar fotos com a banda.

A NME conversou com o Matty durante o segundo Pop-up Shop (o primeiro aconteceu em NY), confira a entrevista:

Dois dias atrás, a The 1975 estava em Nova Iorque apresentando o primeiro de dois Pop-Up Shops para celebrar o lançamento do segundo álbum, ‘I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It’. Antes mesmo do evento acabar, eles estavam em um avião de volta para Londres para marcar presença no segundo.

“Eu estou com um pouco de jetlag”, o vocalista Matty Healy admite enquanto ele se senta em uma cadeira dobrável, antes das portas abrirem no centro de Londres. Não que dê para perceber – ele esteve andando energicamente pelo local desde que a NME chegou e falado um km por minuto, cheio de entusiasmo e paixão.
Do lado de fora, uma multidão de fãs forma uma fila desde a galeria “The White Space” perto da “Leicester Square,” vira a esquina e vai até a “Tottenham Court Road”. Alguns acamparam a noite toda, sendo bravamente pacientes com o frio, assim eles poderiam conhecer a banda. Aconteceram coisas parecidas em Nova Iorque também, quando o Lower East Side ficou invadido por fãs de the 1975.

“Estamos impressionados sobre o quão insano isso realmente é,” admite Healy de baixo de uma luminosa placa rosa neon. “Eu não sei o quanto as ‘crianças’ sabiam, sobre como ia ser, mas [Nova Iorque] foi bem íntima. Eu gostei.”

Esses shops são mais do que um meio de garantir alguns álbuns a mais sendo vendidos, ou lucrar com o Merch exclusivo (como o colar de ouro rosa). Artes e gravuras que estampam o novo álbum estão em exposição, com alguns extras- uma pilha de livros sobre alucinógenos, uma máquina de escrever com um diagrama escrito em cor rosa. E, possivelmente o mais importante para aqueles tremendo do lado de fora, a banda inteira presente durante o evento, esperando para conhecer seus fãs, conversar e tirar selfies.

“Queríamos uma experiência que não fosse tão anti séptica quanto muitas são,” disse Healy sobre esse meet-and-greet mais imersivo. “Como por exemplo, existe uma fila e pessoas usando nossas estampas. Eu já vi pessoas estampando coisas antes! Sabemos que qualquer seja o sucesso que tivermos agora, se tratando de sucesso comercial ou qualquer outra coisa, é propriamente fundado em o quão intensa nossa base de fãs é.”
Em Nova Iorque, você estava em um cômodo separado do que era para arte…
Matty: “Bom, nós tínhamos esse cômodo (o primeiro), eles poderiam entrar e comprar coisas exclusivas, tirar fotos dos neons e tanto faz. E então tinha outro cômodo, mas nos o mantivemos meio informal. Então eles tinham 10 minutos no primeiro cômodo e 10 minutos no segundo cômodo com a gente. Nós só conversamos na verdade. Foi todo o relacionamento pessoal com a banda, porque não acontece muito online, nos nossos shows e coisas assim- nunca quisemos monetizar ou fazer parecer uma bobagem, sabe o que eu quero dizer? Não estamos tentando subverter nada. Não estamos tipo ‘hey, isso não é legal’. Só parece uma coisa a se fazer. Sinto-me bem aceito, o que me faz sentir confortável. Eu preciso de muito beneficio da dúvida para me entregar e essas pessoas o têm.”

Obviamente o aspecto aesthetic é uma parte muito importante da The 1975. Esses pop-ups são um meio de encorajar seus fãs a se envolver com arte da mesma forma que se envolvem com música?
Matty: “Eu acho que sim. Estremeci a ideia de alguém assumir que eu estou sendo educacional, sendo com música ou arte. Isso vem do amor que eu tenho pelo que faço. Não estou tendo o caso de ter uma seria crise de artista. Não estou fazendo isso. Eu amo as coisas que amo e isso combina exatamente com o que faço. Eu queria que fosse o representante visual da nossa música. Acho que existe um elemento disso, nos nossos shows ao vivo e coisas assim. Eu queria que fosse como uma instalação de arte. Queria sentir como uma instalação de luzes. Porque eu sei quem sou e entendo onde sentamos culturalmente, sei que vão ter muitas pessoas da nossa audiência que não estão afim de encontrar a arte ou não estão interessadas nesse tipo de coisa.

Então, supunho que existe o elemento de fazer este tipo de coisa para as massas, e imergir pessoas nessas ideias, isso é legal, mas eu não sei se ‘oh eles precisam educar’ ou ‘eu preciso ser referencia para isso ou aquilo’.”

É mais como compartilhar sua paixão?
Matty: “Sim, isso é tudo que é! E eu tenho uma grande oportunidade agora para estender isso. Sempre foi um mundo apropriado para mim, The 1975, tanto faz a correlação entre o visual e a música. Eu posso fazer isso agora e ter um cômodo sobre isso.”
O quão próximo você trabalhou com Samuel Burgess-Johnson em todo esse trabalho de arte e as ideias por trás disto?
Matty: “Sam é meu melhor amigo. Sam vive comigo. Tudo é ideia minha e então o Sam pega isso e transforma em qualquer coisa. Eu considero ele como meu diretor de arte, mas eu nunca diria isso… mas eu acabei de dizer. Ele é um ótimo amigo e é realmente um cara muito, muito talentoso. Acho que por conta das ideias que tivemos para o aspecto visual do álbum serem um pouco sucintas, foi fácil – foi só escolher lugares legais. Há uma grande quantidade de subtextos e coisas assim. Tem uma frase em ‘The Ballad Of Me And My Brain’ sobre a Sainsburry (marca inglesa de super mercados) e a luz que está acessa é do nosso flat, onde gravamos a maioria das demos. Então esse tipo de coisa apenas se encaixa porque somos amigos.”
Qual é o subtexto de ‘Love Me’ ser em um hospital?
Matty: “A de ‘Love  Me’ no hospital é meio engraçada porque eu meio que abri uma lata de vermes lá. Muito disso é um pouco pessoal e não digo muito sobre. Um de nós foi buscar ajuda psiquiátrica, e queríamos apenas essa justaposição entre a insegurança extrema que leva você até mesmo, a lugares como esse, mas com o sentimento impetuoso que existe em ‘Love Me’. Penso que foi uma justaposição legal, entre sabermos como o vídeo seria e coisas assim.”

Esses pop-ups são para celebrar o lançamento do novo álbum. O que iria significar para você se ele fosse para o Número 1?
Matty: “Eu não sei. Posso ficar muito ‘eu’ e me exceder falando sobre isto. O primeiro álbum foi conhecido com uma massiva crise existencial. Comparei para ganhar o 2-4 no agregado, porque você sabe, em uma quarta-feira, tem esse acúmulo, você chega lá e é tipo ‘Agghhh!’ É como um ano novo. E então é tipo ‘ai meu Deus, minha vida inteira me levou a isso. Esse foi meu último desejo’. Agora você entende e continua. É como o final de ‘The Gratuate’ onde eles estão felizes e percebem ‘Oh, talvez eu não vou ser feliz para sempre agora’. De qualquer forma, isso é realmente depressivo a se dizer. Espero não ser conhecido com tanta crise existencial, espero que eu possa abraçar isso. Independente do quão brilhante ou quase retrospectivo, parece que o primeiro álbum foi feito para onde foi comercialmente, foi um álbum que fizemos no nosso quarto.  Através do amor por grandes discos, ele se tornou isto. Então mesmo que eu entenda porque foi bem sucedido, foi insano para mim. Foi insano porque foi propriamente uma grande parte da minha história. Eu não tinha enfrentado tudo que vem com estar em uma banda – pessoas saberem quem você é, fazer turnês por anos. Eu fiz isso, então agora eu acho que tenho um pouco mais de contexto para entender as coisas. Ainda assim, quando eu digo merdas como ‘Eu sou tão honrado’ eu realmente sou. Eu sou. Acho que especialmente, se esse disco for para número um, eu não fiz um disco superficial ou um disco que está tentando subverter qualquer coisa, mas muito do tempo, com o processo desse álbum, eu meio que corri em outra direção, de qualquer coisa que eu pensei ser um pré conceito sobre como o álbum da The 1975 serie. Penso que é um álbum estranho para conseguir chegar a número 1, sabe o que quero dizer? E eu entendo porque somos quem somos e temos nossa base de fãs, eu entendo, mas eu meio que acho legal que um álbum com um título tão ridículo – é tão longo e pretensioso, mas meio adorável – eu ficaria realmente feliz se o álbum fosse Número 1. Muito feliz com isso.”

O mesmo dia do chart você começa uma maratona de cinco noites na Brixton Academy. Você tocou lá três noites seguidas no primeiro álbum, então por quê voltar?
Matty: “Nós amamos lá e é onde tudo se tornou, ‘Cacete, nós somos uma banda agora!’. Estes foram os shows onde estávamos tipo ‘certo, ok, é isso’. Saindo do primeiro álbum e tocando duas noites no Ally Pally e coisas assim, muitas pessoas esperavam que você saia de lá e vá para arenas. Soa bobo tentar ser modesto e dizer ‘então, estamos indo de volta para a pequena Briton Academy’, mas eu prefiro tocar 10 vezes na Brixton Academy do que duas vezes na O2 agora, sabe o que quero dizer? Eu quero tocar naquelas arenas, mas eu quero enche-las da mesma forma que eu enchemos a Brixton Academy, com os fãs propriamente intensos. Eu acho que perceber todos os fãs, nesse álbum agora, mostra que somos íntimos ou apenas bons shows, então faz os shows, menos anódinos e entediantes. Eu quero tocar em uma arena, mas eu quero tocar em uma arena para fãs, fãs adequados. Então, tocando muitas noites em pequenas casas de shows adequadas, é a maneira que esperançosamente vamos cultivar isso.”
Você tem alguma coisa especial planejada para estas datas?
Matty: “Não tem, tipo, tropas de dança e coisas assim. Mas tem canções novas e nesse show, cada música tem seu próprio olhar particular, então existem novos olhares entre os fãs que seguram grande parte dessa troca. É um novo set, composto de muitos materiais novíssimos do novo álbum e muita coisa antiguíssima dos EPs. Faltam coisas do primeiro álbum, estou meio que concluído com ele.”

Você sente como se tivesse superado as músicas do primeiro álbum?
Matty: “Sim, um pouco. Mas eu vou voltar para ele. Tenho certeza absoluta, mas agora tudo é sobre o novo álbum.”

Fonte: NME

A história entre Matty Healy e Taylor Swift esclarecida por ele

A história do Matty com a Taylor Swift foi uma coisa tão simples, porém, a mídia transformou isso em uma bola de neve… Recentemente vários sites divulgaram uma entrevista onde o Matty diz ter se sentido intimidado a namorar a Taylor por ela ser uma mulher poderosa, sendo assim, chamado de misógino. 

Entretanto não foi isso que realmente aconteceu, para inicio de conversa, Matty e Taylor nunca namoraram, para esclarecer toda confusão.

ENTENDA:

Tudo começou quando Taylor foi vista na rua com uma regata da banda e após isso compareceu a um show dos meninos com sua melhor amiga Selena Gomez, em homenagem à cantora, Matty usou uma camiseta com a capa do mais recente álbum da Taylor, 1989, durante o show. No final do show, Taylor e Selena foram até o backstage onde passaram um tempo com os meninos e como é de costume quando se conhece alguém novo, Taylor e Matty trocaram telefones. Isso foi tudo. 

Foi o suficiente para mídia transformar a história em uma bola de neve. Após tentar esclarecer a história em várias entrevistas e ter suas frases destorcidas, o Matty postou uma nota oficial em seu twitter passando a história a limpo, confira a tradução:

“Espere um minuto, o que eu disse sobre Taylor Swift recentemente foi tirado completamente do contexto e me fez parecer um misógino idiota. Agora, eu devo admitir que sou um idiota ocasionalmente mas eu não sou misógino. Ter isso sugerido por outras pessoas me deixa realmente triste.

Por amor a verdade e a clareza, o que eu disse foi:

A. Nós nunca namoramos. B. Quando a especulação sugeriu que estávamos namorando, eu, por um curto período fui imerso em um mundo de celebridades que achei confuso e assustador. Naquela época eu tinha medo de “ser o namorado de alguém” (se lembre, isso é uma especulação, já que nunca namoramos!) antes de começar a ser reconhecido pela minha música ou minha presença como pessoa em meus direitos. Eu disse que senti a ideia de “ser o namorado de alguém” antes de me estabelecer como o artista que tenho direito de ser, iria alimentar o tipo de “pensamento dinossauro” que deixa todos os homens aflitos. NEWFLASH!!!!! Homens são estúpidos e as vezes pensam em coisas assim!! OMG!! Que revelação! Ser atacado por apontar a ridiculosidade dos dos meus medos irracionais, por meio de qualquer tipo de publicação usada fora de contexto, é uma pílula difícil de se engolir. Claro, muitas pessoas vão dizer que se você não quer um material assim rodando, não diga nada, mas todos temos o direito de ter o que dizemos “quotado” (comentado) corretamente, certo? O que é realmente irritante é que Laura Barton, a jornalista que escreveu a matéria, entendeu completamente o que eu estava dizendo e de jeito nenhum estava tentando sensacionalizar ou descontextualizar, mas uma mídia aproveitou a oportunidade de fazer isso sabendo que muitas outras redes fariam o mesmo.

Agora, eu não me orgulho em ser mais inteligente, experiente, sábio, progressivo ou até mesmo mais regressivo que o próximo, mas eu ME ORGULHO de ser honesto. Eu estava sendo HONESTO sobre todos os pensamentos, sentimentos e com isso vieram situações onde as pessoas DEDUZIRAM que você está namorando a pessoa mais famosa do planeta. Estou dizendo por experiencia própria, é tudo um turbilhão de consumo que causou muita exploração própria.

Agora, se você quer falar sobre Taylor Swift, isso é fácil… Desde que ela veio para o meu show em Dezembro de 2014, eu diria que 90% dos jornalistas que me entrevistaram, perguntaram sobre ela como pessoa ou sobre como a nossa “interação” era. Eu já disse em incontáveis ocasiões que eu a achei a mais graciosa, trabalhadora, criativamente talentosa e bonita mulher que já tive o prazer de conhecer. Eu, particularmente tenho um grande respeito e admiração por ela. Por que não teria? Existem incontáveis coisas positivas que eu já disse sobre ela mas esses “quotes” (comentários) não são tão interessantes e não aparecem nas principais noticias dos “keyboard warriors” (pessoas que costumam atacar as outras na internet, usam o teclado como uma arma), aqueles que querem ter certeza que vamos dormir a noite (sim, estou sendo sarcástico e rolando meus olhos). 
Agora, imagine como é para ela, abençoe-a. Eu nem namorei a Taylor, mas a incessável e brutal obsessão da mídia com ela fez com que um garoto QUE NÃO A NAMOROU fosse golpeado com intermináveis questões sobre ter dito alguma coisa que pode ser elevada e moldada em algo que se assemelha a um “shade” (comentários nocivos). É realmente triste.

Finalmente, para aquele que aumentou essa história, sabendo que se espalharia para o mundo da mídia, foda-se o seu sensacionalismo e a sua janela de vergonha. Você é o verdadeiro misógino e defensor da opressão patriarcal. Você tenta e moralmente absolve a si mesmo por “defender a Taylor” quando é VOCÊ que cultiva um meio onde a vida pessoal de outras pessoas é um jogo justo para sua bela especulação e entretenimento. Se você quer encontrar brigas, faça sua pesquisa e escolha brigas com as pessoas certas e não com quem, na verdade, apoia algo positivo. Vá se foder.

Matty xx

PS: Obrigado a todos os fãs que me apoiaram, eu agradeço xx”

Vocês podem conferir o link original do tweet clicando aqui.

Matty concede entrevista para Rolling Stones

O nosso vocalista favorito, Matty Healy, deu uma entrevista para a Rolling Stones em que ele conta um pouco sobre o seu ponto de vista na música. Confira abaixo:

Matt Healy enfia a mão em um saco plástico, acende o terceiro baseado em uma hora e o segura para fora da janela em um quarto de hotel em Nova York. “Fumo maconha como as pessoas bebem – como se não fosse nada”, Healy diz com seu leve sotaque de Manchester. O vocalista do The 1975, de 26 anos, lista outras compulsões: roer as unhas, checar o telefone, fumar cigarros sem parar e se masturbar. “Tenho dificuldade em ficar parado. Achava que realmente gostava da minha própria companhia, mas não era verdade. Só gostava de estar drogado.”

As músicas que Healy compõe para o The 1975 são um diário com questões pessoais (depressão, relações rompidas, um breve flerte com a heroína), enterradas em meio a sintetizadores, grooves pop-funk oitentistas e refrãos grandiosos. O recém-lançado segundo álbum, I Like It When You Sleep, for You Are So Beautiful Yet So Unaware of It, estabeleceu o quarteto como a maior nova banda do Reino Unido desde o Mumford & Sons.

O 1975 começou como um grupo emo, no auge do gênero no começo dos anos 2000. Healy, o baterista, George Daniel, o guitarrista, Adam Hann, e o baixista, Ross MacDonald, passavam os dias depois da aula tocando em um galpão de propriedade dos pais do vocalista, os astros da TV britânica Tim Healy e Denise Welch. Depois de se formarem, batalharam contratos com gravadoras durante anos sob diferentes nomes – entre eles Drive Like I Do e The Slowdown –, antes que o empresário Jamie Oborne começasse a financiar os lançamentos do próprio bolso. “Sabia que eles fariam muito sucesso”, ele afirma.

Oborne tinha razão, não apenas pela música mas também pela personalidade de Matt Healy. Enquanto come uma sobremesa no bar do hotel, o cantor solta palavras duras para os astros pop atuais. “Nós nos ressentimos com muita gente porque nos importamos com o que fazemos. E as pessoas não se importam com o que fazem. Caso contrário, não estariam em uma banda de merda montada por alguém. Não seriam moldadas. Fico preocupado de não gostarem da minha banda, mas pelo menos defendo algo.”

Fonte: Rolling Stones Brasil

Bem Vindos ao The 1975 Brasil

Estamos de volta!

O The 1975 Brasil foi criado em 2013, quando o objetivo principal era conhecer e compartilhar notícias com outros fãs da banda que tanto amamos.
No começo a equipe era pequena e as coisas eram mais difíceis, porém nunca desistimos, com isso, o site foi crescendo cada vez mais.
No desenrolar da história pessoas incríveis passaram pela nossa equipe, infelizmente, algumas delas tiveram que sair por diversos motivos, mas sempre vamos nos lembrar e agradecer pelos momentos difíceis, engraçados e felizes que compartilhamos durante essa louca jornada de fã site…
Em meados de 2014, quase 2015, a equipe sofreu uma mudança, restando apenas duas pessoas da equipe antiga, foi realmente difícil segurar as pontas, especialmente sendo basicamente uma pessoa só.
Mas como sempre, continuamos firmes, seguimos em frente e agora estamos aqui para manter todos informados sobre essa banda maravilhosa que nos une cada dia mais!